Símbolos
O Brasão de Armas é usado nos documentos
da Prefeitura e da Câmara Municipal. Seu criador foi Guilherme de Almeida. Foi
alterado em 1981 pelo Professor Arthur Luponi. O Brasão traz no listel as datas
de 3 e 10/12/1934, que representam a criação e a instalação do Município
respectivamente.
(Fonte: TUMA, Magda Madalena - Viver é Descobrir - 3ª série - Editora FTD,
1999)
As torres identificam uma cidade de primeira grandeza. O escudo de prata
reverencia os descobridores portugueses enquanto a cruz vermelha é homenagem
aos empreendedores ingleses que deram início a Londrina. As estrelas de prata
representam a constelação dO Cruzeiro do Sul, o arado lembra o valor do
trabalho na terra e os ramos de cafeeiro formam um registro histórico do
produto que marcou o progresso da cidade.
(Fonte: www.londrina.pr.gov.br)

A Bandeira Municipal é formada por um
retângulo vermelho, com quatro estrelas prateadas postas em cruz, simbolizando
a constelação do Cruzeiro do Sul. Foi elaborada por Guilherme de Almeida e
representa o município nos desfiles cívicos, festividades, escolas e em outros
municípios e estados. É hasteada diariamente na Prefeitura e na Câmara
Municipal.
(Fonte: TUMA, Magda Madalena - Viver é Descobrir - 3ª série - Editora FTD,
1999)
O vermelho cereja representa a cor da terra, a fertilidade e simboliza o
entusiasmo, a coragem e o espírito de luta. Dispostas em cruz as estrelas de
prata lembram o Cruzeiro do Sul, os quatro continentes de onde vieram os
pioneiros e representam a inspiração, o caminho e o rumo. Eqüidistantes, as
estrelas simbolizam ainda a expansão em todos os sentidos e direções, os braços
abertos aos quatro pontos cardeais e o equilíbrio.
(Fonte: www.londrina.pr.gov.br)

Hino de Londrina
Música: Andrea Nuzzi
Letra: Francisco Pereira Almeida Jr.
Londrina!
Cidade de braços abertos
A todos os fllhos do nosso Brasil!
E a todos aqueles de PátriaS distantes,
Que aqui, confiantes
Sob um pálio anil,
Seu lar construíram e aos filhos se uniram,
E aos filhos se uniram do nosso Brasil!
Londrina!
Cidade que sobe, que cresce,
Que brota e floresce,
Que em frutos se expande!
Que a Pátria enriquece,
Que alta, e que grande,
O encanto oferece
De sempre menina!
Londrina!
Das matas e das derrubadas,
Londrina das roças de espigas dobradas!
Das filas cerradas de pés de café!
Dos grandes poentes das tardes douradas,
De escolas ao longo das longas estradas!
Do arado, do livro, da indústria e da fé!
De braços abertos, dá pouso e guarida,
A todos que a buscam, materna e gentil!
Porém, destemida, se os brios lhe ofuscam,
Sói ser atrevida, impávida, hostil.
Seu solo fecundo, feraz, generoso
A quem, carinhoso, lhe deita a semente,
Por uma dá mil!
Padrão de trabalho plantado na História!
Londrina!
Cidade que um povo viril
Ergueu para a
Glória
Do nosso Brasil!